segunda-feira, 25 de março de 2013

Programa Sabiá da Mata - 03/2013

Seguindo sua tradicional inclinação institucional de propagar a educação ambiental, a ONG Sabiá da Mata participou do Programa de Rádio “Amaro Freire na Hora da Notícia” para falar sobre o tema Dia Mundial da Água, neste sábado, 23 de março de 2013.

O Programa acontece há cerca de cinco anos e vai ao ar aos sábados, graças à boa vontade do parceiro e amigo Amaro Freire, que sempre abriu espaço para discussão de importantes temas ambientais através da Rádio Rio Bonito FM, 104,9.

Participaram do Programa, o membro da Sabiá da Mata, Jobson Ludgério, Agrônomo e grande colaborador da entidade (à direita) e o convidado João Paulo Leitão (à esquerda - Especialista em recursos hídricos na APAC - Agência Pernambucana de Águas e Climas).

O dia mundial da Água foi instituído pela ONU e é comemorado todo o dia 22 de março, como forma de despertar as pessoas para a importância da água como verdadeira fonte de vida. O Dia Mundial da Água também se dedica ao tema da cooperação em torno da água, já que 2013 é o ano Internacional da Cooperação pela Água.

Para o Presidente da Sabiá da Mata, o Advogado Zenóbio Souza, a atitude de Amaro Freire ao abrir espaço para discussão de questões ambientais como essa, é de uma colaboração grandiosa para a população bonitense e até mesmo mundial, já que todos podem ouvir e participar do Programa através da internet (http://www. bonitopernambuco.com/riobonitofm/). Ainda segundo o Presidente, o tema discutido, além de sua peculiar importância, é extremamente atual devido à seca que assola o nordeste brasileiro, especialmente o Município de Bonito, que talvez nunca tenha passado por isso antes.


sábado, 9 de março de 2013

Programa Sabiá da Mata - 01/2013

Hoje foi um dia de muita alegria para os amantes da natureza, o Grupo Sabiá da Mata voltou a apresentar o seu programa semanal na rádio Rio Bonito FM 104,9. O Radialista Amaro Freire deu o ponta pé inicial no programa entrevistando o Presidente do Grupo Sabiá da Mata, Dr. Zenóbio Souza, o mesmo falou da alegria de retomar aos trabalhos da ONG e principalmente de compartilhar esses trabalhos com toda população bonitense através do programa.

O Presidente apresentou os três principais projetos para o corrente ano, o Projeto de Agricultura Orgânica e Educação Ambiental, projeto esse que foi pedido pelo Empresário Douglas Cintra do Grupo Bonanza, o outro foi o Projeto Horta Orgânica que será implantado na sede da ONG para servir de laboratório para os alunos da rede municipal e particular de ensino e o terceiro e principal projeto apresentado por Dr. Zenóbio Souza, foi o Projeto Sabão Ecológico, esse projeto foi elaborado pelo Coordenador Geral do Grupo Sabiá da Mata, Wagner Wilker e será executado por Dona Edite Tertulina. Dona Terezinha, como é mais conhecida, já fazia esse sabão em casa para uso próprio e resolveu virar voluntária da ONG para ensinar a fazer o sabão. 

O Sabão é feito apartir de óleo vegetal usado (óleo de cozinha), segundo os ambientalistas, 1 litro desse óleo polui 1 milhão de litros de água, trazendo grandes prejuízos para o meio ambiente, segundo Wagner Wilker, a ONG espera diminuir em mais de 70% a quantidade de óleo jogado fora nesse início do projeto, o que seria de grande importância para o meio ambiente. 

Durante a entrevista, várias perguntas foram feitas pela população, inclusive se o sabão seria vendido, o Coordenador e o próprio Presidente deixou bem claro que todo sabão produzido pela ONG será distribuído de forma gratuita. "Quem doa 2 litros de óleo, tem direito a duas barras de sabão" disse o Presidente do Grupo Sabiá da Mata, Dr. Zenóbio Souza. Já o Coordenador Geral deixou bem claro sobre a ditribuição do sabão, "Todo sabão produzido por nós serão entregues a população de forma gratuita, a ONG não disponibilizará o sabão para a venda, ele será doado a instituições como igrejas e associações e a comunidade carente do nosso município".

Durante o programa foram feitos sorteios de barras do Sabão Ecológico e de caixas de chocolate.






Quem interessar em doar o óleo usado para o projeto é só levar aos postos de coleta ou pelo DISQUE ÓLEO (81 9653.7999)

POSTOS DE COLETA

Sede da ONG Sabiá da Mata
Rua Manoel de Queiroz Lima, 12 (em frente a Igreja de são Sebastião)
Centro - Bonito - Pernambuco
Horário de Coleta na ONG (09h00 às 15h00)

Santa Bárbara Supermercado
Av. Dr. Alberto d'Oliveira - Centro - Bonito - Pernambuco
Horário (08h00 às 18:00)

Shop do Produtor
Av. Dr. Alberto d'Oliveira - Centro - Bonito - Pernambuco
Horário (08h00 às 18:00)

sexta-feira, 8 de março de 2013

Sabiá da Mata volta com o seu programa semanal na Rádio Rio Bonito FM 104,9

O Grupo Sabiá da Mata, volta amanhã com o seu programa semanal na Rádio Rio Bonito FM 104,9. O Presidente do Grupo, Dr. Zenóbio Souza, estará apresentando os projetos que serão implantados pela Sabiá nos próximos dias, dentre esses projetos,  destaca-se o Projeto Sabão Ecológico, que utiliza óleo vegetal usado para a fabricação do sabão, com isso, diminui os impactos ambientais causados pelo mesmo ao meio ambiente. O Projeto Sabão Ecológico é de autoria do Coordenador Geral do Grupo, Wagner Wilker e será execultado na sede da Sabiá da Mata por D. Terezinha, uma das sócias do Grupo. 



quarta-feira, 6 de março de 2013

SiBBr inicia pesquisa para identificar dados sobre biodiversidade e ecossistemas

O Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira (SiBBr) plataforma online que integrará dados de diversas fontes sobre biodiversidade e ecossistemas, iniciou o levantamento das instituições detentoras de informações específicas sobre o tema.
 
Mais de 400 instituições, entre universidades, centros de pesquisa e outras entidades científicas, foram convidados pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), responsável pelo projeto em cooperação com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e o Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF), a participar da pesquisa.
 
O levantamento quer identificar como a informação está apresentada e armazenada nessas entidades e qual a infraestrutura de informática existente nos potenciais parceiros do sistema. O MCTI solicita que os questionários sejam respondidos até 15 de março.
 
Os dados serão colhidos por meio de uma pesquisa, disponível no site www.sibbr.gov.br. Na página, é possível fazer o cadastro e solicitar a inclusão de instituições no levantamento.
 
Para a diretora da Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCTI (Seped), Mercedes Bustamante, a pesquisa representa um passo importante do processo participativo de construção do SiBBr. “A identificação mais detalhada das condições das instituições quanto às estruturas de dados relevantes para o sistema bem como quanto à capacidade de informática disponível permitirá o desenho mais adequado do sistema e de iniciativas correlatas que visem sanar eventuais dificuldades”, afirma. A pesquisa também possibilitará, de acordo com a diretora, estabelecer a rede de contatos institucionais, vital para fomentar parcerias e sinergias.
 
Integração de dados
 
Para apresentar os dados com eficiência, o SiBBr precisa considerar todas as informações disponíveis nessas entidades como herbários e coleções biológicas, zoológicas e de micro-organismos. Sistemas de informações sobre biodiversidade e ecossistemas, incluindo dados bibliográficos e cartográficos, também serão incluídos.
 
A pesquisa consiste em dois questionários, um direcionado para o curador da coleção e responsáveis pelos catálogos, e outro para o responsável pela área de informática, que fornecerá os dados de infraestrutura.
 
O SiBBr integrará bancos de dados sobre a biodiversidade e ecossistemas brasileiros, subsidiando pesquisas científicas e a formulação de políticas públicas. É um projeto do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) com apoio técnico do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e apoio financeiro do Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF). A Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) e o Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), instituições vinculadas ao MCTI, são principais parceiros do projeto, responsáveis pelo desenvolvimento e hospedagem do SiBBr.
 
Dados globais
 
Em outubro, o Brasil aderiu à Plataforma Internacional de Informações sobre Biodiversidade (GBIF, na sigla em inglês). Criada em 2001, com sede em Copenhague, na Dinamarca, é considerada a maior iniciativa mundial com objetivo de disponibilizar dados com acesso livre sobre biodiversidade na internet.
 
O passo formal para se tornar membro da GBIF foi a assinatura do Protocolo de Entendimento GBIF pelo titular do MCTI, Marco Antonio Raupp. Essa iniciativa inserei o país numa comunidade global que compartilha ferramentas, competências e experiências relacionadas com a gestão dos recursos de informações biológicas.
 
Mesmo antes da adesão do Brasil à GBIF, mais de 1,6 milhão de registros relativos à biodiversidade nacional estavam acessíveis por meio do portal de dados da GBIF, provenientes de mais de 700 conjuntos de dados mantidos em 28 países.
 
Com a entrada para a plataforma, amplia-se a possibilidade de publicação dos diversos registros digitais que documentam a variedade excepcional de plantas, animais e outros organismos no país por meio da GBIF, a partir das instituições brasileiras de pesquisa, museus, herbários e redes de observação.
 
O objetivo do país é compartilhar experiências e estabelecer uma interface com o Sistema de Informações para a Biodiversidade e Ecossistemas Brasileiros (SiBBr), um projeto do MCTI, em colaboração com o PNUMA e financiamento do Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF), envolvendo um investimento de US$ 28 milhões.
 
O Brasil abriga cerca de 15% de toda a biodiversidade do planeta em seis biomas (Amazônia, Caatinga, Cerrado, Pampa, Mata Atlântica e Pantanal) e em sistemas costeiros e oceânicos.
 
 
 
Fonte: portaldomeioambiente.org.br
 

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Saiba o que fazer com o lixo doméstico

O Brasil produz, atualmente, cerca de 228,4 mil toneladas de lixo por dia, segundo a última pesquisa de saneamento básico consolidada pelo IBGE, em 2000. O chamado lixo domiciliar equivale a pouco mais da metade desse volume, ou 125 mil toneladas diárias.

Do total de resíduos descartados em residências e indústrias, apenas 4.300 toneladas, ou aproximadamente 2% do total, são destinadas à coleta seletiva. Quase 50 mil toneladas de resíduos são despejados todos os dias em lixões a céu aberto, o que representa um risco à saúde e ao ambiente.
Mudar esse cenário envolve a redução de padrões sociais de consumo, a reutilização dos materiais e a reciclagem, conforme a "Regra dos Três Erres" preconizada pelos ambientalistas.

A idéia é diminuir o volume de lixo de difícil decomposição, como vidro e plástico, evitar a poluição do ar e da água, otimizar recursos e aumentar a vida útil dos aterros.


COLETA SELETIVA: Veja abaixo quais resíduos podem ser reciclados

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

43 dicas de como ser Ecologicamente Correto

1-Jamais jogue lixo no chão. 

2-Somente jogue no lixo aquilo que não pode se reutilizado ou reciclado. 

3-Prefira embalagens retornáveis. 

4-Ao redigir use papel dos dois lados. 

5-Edite texto na tela do computador e evite impressões desnecessárias. 

6-Não piche monumentos e paredes. 

7-Embrulhe materiais cortantes antes de colocá-los no lixo para evitar acidentes com os garis. 

8-Não queime o lixo. 

9-Mantenha limpos os parques e praças da cidade. 

10-Não jogue lixo em lotes vagos, encostas, bueiros, canaletas e córregos. 

11-Ao construir ou reformar, leve o entulho aos locais apropriados. 

12-Não deixe material de construção e entulhos espalhados no passeio. 

13-Respeite os dias e horários de coleta de lixo. 

14-Não jogue lixo pelas janelas dos veículos. 

15-Acondicione corretamente o seu lixo. 

16-Plante uma árvore. 

17-Cuide das áreas verdes de seu bairro. 

18-Mantenha seu lote limpo, murado e com passeio. 

19-Apague a luz sempre que sair de um recinto. Evite desperdício de energia elétrica sempre. Se possível instale receptor de energia solar em casa. 

20-Separe vidro, papel, metal e plástico e leve esse material aos locais de entrega voluntária de coleta seletiva, caso exista usina de reciclagem. 

21-Evite excesso de embalagens, principalmente as de plástico. 

22-Adquira produtos reciclados, recicláveis, reutilizáveis e que possam ser consertados. 

23-Evite os descartáveis. 

24-Na hora da comprar pense sempre no supérfluo, no desperdício e no tamanho que o seu lixo vai ficar. 

25-Restos de comida,cascas de frutas e legumes e folhas de podas podem virar adubo para suas plantas. 

26-Mantenha limpa as calçadas em frente à sua casa ou estabelecimento comercia.l 

27-Cuide para que as bocas de lobo não fiquem entupidas com lixo. 

28-Não demore no banho, não durma com a televisão ligada. Economize energia 

29-Evite lavar constantemente o carro. 

30-Evite comprar móveis de madeira, mas caso não resista, tenha somente móveis de madeiras reflorestadas ou com o selo de garantia de extração legalizada. 

31-Separe as pilhas recarregáveis ou não, além das baterias, principalmente as de celulares e coloque em recipientes metálicos devolvendo quando possível as distribuidoras de sua cidade. 

32-Quando for construir evite gastar o mínimo de cimento, aproveitando áreas com terra para plantar. 

33-Evite fumar, principalmente em locais fechados. 

34-Quando sair à noite, evite lugares muito iluminados. Não se esqueça que existe também a poluição luminosa. 

35-Recuse aerosóis ou qualquer produto que contenha CFC. Esse gás destrói a camada de ozônio que protege a terra dos raios ultra violetas, radiações responsáveis pelo câncer de pele. 

36-Opte por remédios caseiros. 

37-Denuncie aos Órgãos competentes que existem em sua cidade, empresas ou pessoas que estejam emitindo poluição, seja ela sólida, líquida, gasosa, visual ou sonora, sem o mínimo controle. 

38-Prefira alimentos cultivados sem agrotóxicos: Mais saudáveis, não poluem o solo e a água. 

39-Se for necessário utilizar algum tipo de agrotóxico em sua propriedade, opte pelos agrotóxicos naturais, como o fumo. Caso não seja possível, procure se proteger da forma indicada. 

40-Vote em candidatos sérios que tenham um plano de governo direcionado para o meio ambiente. 

41-Exija do prefeito a instalação de uma usina de reciclagem em sua cidade. A usina, além de contribuir para o meio ambiente, emprega pessoas, educa a população e consegue lucros com a venda dos plásticos, dos papéis, das latas, dos húmus proveniente da compostagem do lixo orgânico, etc. 

42-Abrace uma árvore, ande descalço, sinta a força da terra!!! 

43-Olhe, admire e respeite a mãe natureza.







Fonte: amigosdanatureza.net

sábado, 26 de janeiro de 2013

Tratado limita uso do mercúrio

Até 2020, a substância será eliminada de lâmpadas fluorescentes, pilhas, baterias, cimento, termômetros, entre outros.


Representantes de 140 países aprovaram o texto final de um futuro tratado ambiental que restringirá o uso e as emissões globais de mercúrio em vários produtos e em diferentes processos produtivos, como nas substâncias químicas. O documento é o resultado de dois anos de intensas negociações e estará novamente em pauta durante a conferência diplomática, marcada para ocorrer em outubro deste ano no Japão.

Apesar de o mercúrio ser um elemento presente na natureza, é um metal tóxico pesado, que pode levar riscos à saúde humana e ao meio ambiente. O tratado será denominado Convenção de Minamata sobre Mercúrio e precisa ser ratificado por 50 países para entrar em vigor. O Brasil apoia o controle do uso e a redução de emissões e liberações da substância para o meio ambiente, afirma a diretora de Qualidade Ambiental da Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano (SRHU) do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Letícia Carvalho.

MARCO REGULATÓRIO

A aprovação deste tratado representa grande avanço, por se constituir em marco regulatório importante para o meio ambiente. O documento lista as principais fontes de mercúrio, determina a adoção de melhores técnicas e melhores práticas ambientais no caso de novas fontes, além de medidas de controle e, quando possível, de redução das emissões para as fontes já existentes.

O texto da Convenção de Minamata coloca, como fontes do metal, as usinas de energia a carvão; a siderurgia de chumbo, cobre, zinco e ouro; a incineração de resíduos e a produção de cimento, entre outras. Também prevê o controle do uso da substância na mineração artesanal de ouro por meio de planos de ação nacionais.

PERIGO À SAÚDE

Nesse ponto, esclarece Letícia Carvalho, o tratado vai ao encontro à formalização da atividade de mineração artesanal de ouro. “Planos nacionais de ação devem prever objetivos e metas de redução do uso do metal para proteger a saúde, o meio ambiente, com atenção especial para mulheres, grávidas e em amamentação, e crianças”, enumera.

Os debates sobre a redução do uso do mercúrio começaram em 2009, quando o Conselho das Nações Unidas entendeu que esta substância possui grande potencial para afetar negativamente a saúde humana e o meio ambiente. A construção de regras internacional resultou do trabalho do Comitê Intergovernamental de Negociação (INC, na sigla em inglês), especialmente criado para elaborar um tratado internacional sobre o mercúrio.

As negociações formais tiveram início em 2010 e culminaram com o texto aprovado em 18 de janeiro, na quinta e última rodada de discussões, realizada em Genebra, Suíça, com a participação de delegações de 140 países.  




mma.gov.br

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

O MOTE É: DESMATAMENTO RIMA COM IMPUNIDADE


Uma denúncia anônima chegou aos membros da ONG SABIÁ DA MATA, deixando-nos tristes, porém não surpresos, pois estamos acostumados a ver crimes ambientais passar “despercebidos” e impunes.


                O fato é que, em Bonito, tornou-se prática corriqueira a derrubada de árvores frutíferas para abastecer os fornos à lenha, principalmente das granjas (aviários) com a finalidade de aquecer as criações de frangos de corte da região. Os desmatamentos estão ocorrendo, sobretudo, nos sítios MAXIXE, IMBIRIBEIRA, QUILONGÁ E VIRAÇÃO.


                As árvores das anexas fotos são cajueiro e mangueira, imensos e cheios de frutos em desenvolvimento.

                Além de ser crime ambiental, a derrubada de árvores frutíferas é uma transgressão à anexa Lei Municipal 353/90, a qual ficou conhecida como Lei José Augusto, em homenagem ao seu mentor, que era agrônomo e professor do Município de Bonito e sempre tinha a defesa do meio ambiente em seus discursos.


                Se o homem fosse juiz de sua própria consciência, à luz dos ensinamentos de amor ao próximo deixado por Cristo, não precisaria de leis para regular as condutas sociais. O pior é que além de não haver consciência, inexiste fiscalização e consequentemente há o descumprimento das leis, sinônimo de impunidade.


Por ironia do destino, antes da redação da ementa da Lei supracitada, há a frase: “Bonito, um jardim suspenso entre o agreste e a mata”. Ora, se a vida humana está se tornando banal, imagina meio ambiente (...). Talvez um dia daremos valor ao meio ambiente quando o “jardim suspenso mencionado pelos legisladores bonitenses à época virar prolongamento da caatinga do castigado sertão. Aliás, a caatinga também está sendo devastada no sertão. O que será então de nós? O homem é o Lobo do próprio homem!


ONG Sabiá da Mata. Bonito, 16 de janeiro de 2013.